COMPANHIA DE SEGUROS A NACIONAL

FONTE: AHMP

Licença de Obras 195 de 1919 da autoria de Francisco de Oliveira Ferreira. O projeto, em estilo Neomanuelino nunca foi construído, mas foi publicado na revista Ilustração Portuguesa.

O resurgimento do estilo manuelino

FONTE: ILUSTRAÇÃO PORTUGUESA

Publicação de um artigo sobre o projeto de um “palacete que a Nacional vai construir no Porto”.

Ilustração Portuguesa, 2.ª série, n.º 653, 26 de Agosto de 1918.

   

   

CAIXA ECONÓMICA PORTUGUESA

FONTE: FIMS  

Alçados do Projeto, de 1917, da autoria de José Marques da Silva para a Caixa Económica Portuguesa (não construído). 

Mais elementos do projeto disponíveis na FIMS e no AHMP.

   

   
COMPANHIA DE SEGUROS A NACIONAL

FONTE: FIMS

Licença nº 718 de 1920 relativo à construção do Edifício da Companhia de Seguros a Nacional, da autoria de José Marques da Silva. A semelhança com a proposta de conjunto de 1917 é grande.

   

  
PLANTAS DA CAVE, RÉS-DO-CHÃO E 1º ANDAR

FONTE: FIMS

Edifício inovador para a época, não apenas do ponto de vista estilístico, dos materiais usados, mas também de distribuição espacial e funcional. O grande átrio central que se abre a toda altura, proporciona um espaço unificador e dignificante para a imagem da Companhia de Seguros, que apenas ocupava um dos pisos.

   

  
PROPAGANDAS CALDEVILLA

FONTE: AHMP  

Tapume de obra do local onde será construído o edifício da companhia de seguros A Nacional. Ao fundo é visível a fachada da Igreja da Trindade, bem como o entulho resultante da demolição dos edifícios.

  

   

A NACIONAL NA DÉCADA DE 20

FONTE: AHMP 

Do lado esquerdo da imagem, a zona do Banco de Portugal, ainda em construção.  

   

   

FONTE: FIMS

 
 

FONTE: FIMS

Mais elementos dos projeto do Edifício de A Nacional pode ser consultados na FIMS.

   

  

O PRIMEIRO QUARTEIRÃO DA AVENIDA

FONTE: AHMP 

  

  


 
 
A Nacional: Porto 1919-1925

Breves notas para uma leitura de "A Nacional", obra de Marques da Silva, o edifício nº1 da Avenida dos Aliados, paradigma de um estilo e de uma nova forma de projetar o espaço público portuense. Por Carlos Machado, arquiteto convidado a guiar aquela que foi a visita inaugural do módulo 1 do programa evocativo do centenário da Avenida da Cidade.

 
 
BANCO DO MINHO

FONTE: AHMP 

Licença de obras nº 234, de 1919, da autoria do Arquitecto João de Moura Coutinho. Primeira proposta de alçado para a Avenida da Cidade.

 
  
BANCO DO MINHO, ADITAMENTO DE 1922

FONTE: AHMP 

 
  
EDIFÍCIO ESPÍRITO SANTO

FONTE: AHMP

Licença nº 95 de 1919. Este foi o primeiro dos edifícios a ter a sua licença aprovada. 

  

 
ALÇADO PRINCIPAL E IMPLANTAÇÃO

FONTE: AHMP

Na planta de implantação está explicita a divisão por lotes (ou chãos, como era designado na época) do primeiro quarteirão poente da Avenida da Cidade. 

   

 
PORMENOR DA FACHADA

FONTE: AHMP

 
  
EDIFÍCIO SOARES DA COSTA

FONTE: AHMP 

Licença nº 302 de 1919. Alçado rebatido correspondendo à fachada voltada para a Avenida e fachada voltada para a Rua de Elísio de Melo.

  

 
ALÇADO POSTERIOR E PLANTA DE IMPLANTAÇÃO

FONTE: AHMP 

O projeto foi executado não como um edifício único, mas como seis edifícios justapostos que partilhavam um alçado de conjunto e construído ao mesmo tempo, o que é evidente na própria planta de implantação. E foi certamente essa sua organização de cadastro e interna o que possibilitou uma das mais curiosas transformações da Avenida, que geralmente passa desapercebida, e que evidenciamos na sequência fotográfica seguinte.

  

  
EDIFÍCIOS ESPÍRITO SANTO E SOARES DA COSTA EM 1952

FONTE: ESPÓLIO FOTOGRÁFICO PORTUGUÊS (esquerda e direita)

   

 
COMPARAÇÃO DO ALÇADO DA AVENIDA ANTES E DEPOIS DA INTERVENÇÃO

FONTE: ESPÓLIO FOTOGRÁFICO PORTUGUÊS (esquerda e direita

Dois dos lotes iniciais do edifício Soares da Costa são adquiridos pelo Banco Espírito Santo, Comercial de Lisboa que procede à sua demolição, para a ampliação das suas instalações. Reformula a imagem do edifício que possui, a Sul, fazendo uma nova composição de alçado que englobe a totalidade dos lotes que passa a possuir. São feitas também importantes alterações ao nível do alçado do rés-do-chão, mais consentâneas com as funções que alberga na década de 50 [1952].

 

   

PRIMEIRO QUARTEIRÃO POENTE DA AVENIDA

FONTE: ESPÓLIO FOTOGRÁFICO PORTUGUÊS

Nesta fotografia, provavelmente de 1952, podemos ver a nova imagem de conjunto do quarteirão após a ampliação do Banco Espírito Santo. De salientar que a alteração de alçado deste edifício, ao nível das mansardas, permitiu um maior equilíbrio e regularidade de cérceas de todo o conjunto, quando o mesmo é visto à distância. 

  
 

 

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